O Bero Religioso dos Yorubas

De Odduw a Sng.

Texto de: Aulo Barretti Filho.

Pesquisador e professor da religio tradicional Yorb e da afrodescendente.

Babalrs de sss do candombl Il se Ode Kitlese em So Paulo.

Osaj Oba Alktu em Ket.

 

A cidade de Il-If considerada pelos yorubas o lugar de origem de suas primeiras tribos. lf o bero de toda religio tradicional yoruba, religio do Candombl do Brasil, um lugar sagrado, onde os deuses ali chegaram, criaram e povoaram o mundo e depois ensinaram aos mortais como os cultuarem, nos primrdios da civilizao.

Il-If o "Bero da Terra"."Em um tempo onde os Deuses e Heris andavam na terra com os Homens."

Oldmar

Oldmar o ser superior dos yorubas, que vive num universo paralelo ao nosso, conhecido como rn, por isso Ele tambm conhecido como jlrn e Olrun "Senhor ou Rei do rn", que atravs dos rs por Ele criado, resolve incumbir um dos rs funfun (do branco), rnsnl, (o grande rs) o primeiro a ser criado, tambm chamado de rs-nl e de Obtl, de criar e governar o futuro iy : a Terra, do nosso universo conhecido. Ele lhe entrega o p-Iw (a sacola da existncia) o qual contm todas as coisas necessrias para a criao, e aclamado como Alblse, "Senhor que tem o poder de sugerir e realizar". Como a tradio mandava, para todos, antes de iniciar a viagem ele foi consultar o orculo de If, com rnml, outro rs funfun, e este lhe orientou a fazer alguns sacrifcios a divindade s, mas se ele j era orgulhoso e prepotente, mais ainda ficou, se recusou e nada fez, mas foi avisado que infortnios poderiam ocorrer.

 

rsnl, de posse do p-Iw, pe-se a caminhar pelo rn, para chegar "porta do espao", at ento um vazio, que viria a ser o iy. Ele o rs que usa um cajado ritual conhecida como psr, durante o caminho, com muita sede, ele se defronta com o igi-p (rvore do dendzeiro) e com o seu psr, perfura o caule da rvore da qual comea a "jorrar o emu" (vinho de palma), e pe-se a beber, a tal ponto, que cai totalmente embriagado no p da palmeira e dorme profundamente. O infortnio comea acontecer.

Odduw, outro rs funfun, o segundo criado por Oldmar, por conceito "irmo mais novo" de rsnl, ficou enciumado, porque Oldmar tinha entregado a rsnl o p-Iw, e o estava seguindo pelos caminhos do rn, esperando que ele cometesse algum deslize, o que de fato aconteceu. Odduw, encontrando-o naquele estado, apodera-se do p-Iw e leva-o at Oldmar, narrando o acontecido, e, por este fato, Oldmar delega a Odduw o poder de criar o iy e por punio incumbe a rsnl de somente criar e modelar os corpos dos seres humanos no rn, sob sua superviso e o probe terminantemente de nunca mais beber o emu. Odduw, ento, cumpre a tradio e faz as obrigaes, para se tornar o progenitor dos Yorubas, do Mundo : Olfin Odduw, o futuro jliy.

 

Desde ento a relao tempestuosa entre Odduw e Obtl se perpetuou, ora em disputas, discrdias, controvrsias e de outras formas, mas sempre munindo a eterna rivalidade

 

Este o Ade principal do n de If, fotos acima, guardado em uma sala especial do Palcio Real de If.

O Are era originalmente somente a parte mais externa da coroa que dizem foi usada por Odduw.

Oba rngn de l, um descendente

direto de um dos sete principais filhos,

dos dezesseis de Odduw.

Ad rs, tipo de coroa real tradicional,

somente usada por alguns privilegiados

reis que sejam descendentes de Odduw.

Suposta relquia de Odduw, seria um ou seu Ade de n de If, aqui sem Ar propriamente dito (ler abaixo)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Odduw

Odduw chegando ao iy, cria tudo o que era necessrio e delega poderes s divindades que o seguiram, conhecidos como os gb, para governarem a criao, e volta ao rn, e s retornaria quando tudo estivesse realmente concludo. rsnl, que tinha ficado no rn com seus seguidores, j tinha moldado corpos suficientes para povoar o inicio do mundo, vai ento para o iy, com seus seguidores, os Funfun, fato que ocorre antes da volta de Odduw para o iy.

Quando Olfin Odduw retorna ao iy, funda a cidade de Il-If, e vem a ser o primeiro Oba (rei) do povo yorubano com o titulo de "Oba ni", ou seja, o primeiro ni de If, e a cidade se torna a morada dos deuses e dos novos seres.

Durante todo este tempo, Odduw que j estava casado com y Olkun, divindade feminina, responsvel e dona dos mares, tem dois filhos, o primognito, a divindade gn e uma filha de nome sdl. O tempo passa, e Odduw, que era uma divindade negra, porm albina, incumbe seu filho gn de ir para a aldeia de gtn, vizinha de If, conter uma rebelio.

gn, divindade negra, senhor do ferro, parte para sua misso e realiza o intento, trazendo consigo Lakanje, filha do rebelde vencido. Ora, Lakanje era esplio de Odduw, o ni de lf, portanto intocvel, mas Lakanje era muito bela e extremamente sensual e gn no resistiu aos seus encantos e com ela teve vrias noites de amor, durante sua viagem de volta. Chegando a lf, ele entrega os esplios da conquista, inclusive Lakanje, a seu pai Odduw, que tambm no resistiu aos lindos encantos da mortal Lakanje e por ela se apaixona e acabaram por casar-se. gn nada tinha contado a seu pai dos fatos ocorridos e logo aps o casamento Lakanje est grvida, desta gravidez nasce um filho de nome Odde.

S que o destino foi fatdico, Odde nasceu metade negro, como a pele de gn e metade branco, como a pele do albino Odduw, revelando assim, a traio de gn para com a confiana do seu pai, esta situao gerou muita discusso entre Odduw e gn, mas a principal foi "quem tinha razo", ou, quem teria mais "genes" no filho em comum, Odde, e cada um se posicionava com a seguinte frase : "a minha palavra triunfou" ou "a minha palavra a correta", que aglutinada rnmyn e foi assim que ele passou a ser chamado e conhecido.

Com Lakanje, uma das muitas esposas de Odduw, ou com outras, teve ou j tinha mais seis filhos, outros dizem dezesseis, uns, um nmero maior ainda, enfim, alguns dos filhos destas esposas, geraram as linhagens dos Obas Yorubanos, uns foram os precursores de sete das principais tribos, ou mais, que deram origem civilizao dos yorubas, e religiosamente falando, todos os povos do mundo. Os filhos, netos ou bisnetos de Odduw, os deuses, semideuses e/ou heris, formaram a base da nao yoruba, portanto Olfin Odduw jliy aclamado como "O Patriarca dos Yorubas".

Obtl (rsnl) ,que tambm j estava no iy com sua comitiva, mas devido a grande rivalidade com Odduw, foi expulso de Il-If e funda a cidade de gb e se torna o primeiro Ob gb chamado tambm de Bb gb, pai dos gbs. Numa sociedade polgama, rsnl um caso raro de monogamia, pois a divindade Yemowo foi sua nica esposa e no tiveram filhos.

 

n de Il-If : Oba Adsoj Adrm, Atbatl I (02/09/1930-80), nascido em 15/11/1889, no cl (egbe) Akui, da Familia Real de Lajodogun. Usando o Ade Are das fotos acima. -  o Are passada de um n para o outro e nunca deve ser substitudo, as outras partes podem ser escolhidas livremente por cada um. O Ar se tornou o prprio nome da coroa : Ad Ar.

Estatua da figura de um n no identificado, artefato arqueolgico do sculo XIV ou XV, achado no sitio de ta Yemm, em Il-If. A pea esta exposta no Museu de Ife Os "dezesseis" gb (ancies) que vieram com Odduw para criar o iy, que por este motivo se tornou Olfin Odduw, o jliy.

 

 

 

 

 

 

 

 

Os gbgb

Mscara de cobre, que dizem representar o segundo ni de Il-If, o Oba Oblfan gbgbdirin, filho de Odduw, alguns falam que foi o primeiro Oba a ser realmente coroado e o primeiro a usar a ento tradicional coroa, o Ade Ar.

rnmyn

Aps grandes vitrias, rnmyn torna-se o brao direito de seu pai em Il-If, pois seus outros irmos foram povoar regies distantes, menos Oblfan gbgbdirin. Odduw ordena ento que rnmyn conquiste terras ao norte de If, mas rnmyn no consegue cumprir a tarefa e sai derrotado e, com vergonha de encarar seu pai, no volta mais a If, com isso funda uma nova cidade e lhe d o nome de Oy, tornando-se o primeiro Oba Alfin de Oy.

Casado com Mormi, uma bela mortal ,nativa de f ,que se tornou mais tarde uma herona em Il-If, da qual tem um filho, que recebe o nome de Ajak. Aps algum tempo, rnmyn investe em novas conquistas e volta a guerrear contra a Nao dos Tapas, onde havia sido derrotado, mas desta vez consegue uma grande vitria sobre Elmpe, na poca rei dos Tapas. Por sua derrota, Elmpe entrega-lhe sua filha Toros, para que se case com ele. Retornando a Oy, rnmyn casa-se com Toros e com ela tem um filho, chamado de Sng, um mortal, nascido de uma me mortal e um pai semideus, portanto com ascendentes divinos por parte de pai.

Aps este perodo com inmeras vitrias, a cidade de Oy torna-se um poderoso imprio, rnmyn, prestigiado e redimido de sua vergonha, volta para Il-If, deixando em seu lugar, em Oy, o prncipe coroado, seu filho Ajak, que torna-se o segundo Alfin de Oy.

Em uma de suas conquistas, a da cidade de Benin, anterior a fundao de Oy, rnmyn termina com a dinastia de Ogso, o ento rei, expulsando-o e assumindo o trono, tornando-se o primeiro Obabnn, e inicia sua dinastia tendo um filho, chamado wk, com uma mulher do local. Antes de deixar a cidade, ele torna wk como seu sucessor no trono do Benin. (Atual cidade na Nigria, antigo Reino do Benin, no confundir com a Repblica do Benin, antigo pas chamado Daom.)

Durante sua longa ausncia em Il-If, Oblfan gbgbdirin ,seu irmo mais velho, se tornou o segundo ni de If, aps o reinado de Odduw. Quando Oblfan morreu, e ningum sabia do paradeiro de rnmyn, o povo de If aclamou Oblfan Alymore como sucessor direto de seu pai.

Quando rnmyn chega em If, Oblfan Alymore j reinava como o terceiro ni de If, mas com um fraco reinado. Enfurecido com o povo de If que haviam aclamado Alymore, e que o tinham chamado para combater possveis inimigos, o poderoso guerreiro colrico ,comete varias atrocidades e s para quando uma anci grita desesperada que ele est destruindo seus "prprios filhos", o seu povo. Atnito, ele finca no cho seu as (escudo) que imediatamente se transforma em uma enorme laje de pedra ,num lugar hoje chamado de "ta Als" ,e decide ir embora e nunca mais voltar If.

Quando rumava para fora dos arredores de If ,em Mp, foi interceptado pelo povo que o saudavam como ni de If e suplicavam por sua volta. Ele ento satisfeito e envaidecido ,atende ao povo e finca no cho seu p (seu basto de guerreiro) transformando-o em um monlito de granito (ver foto : p rnmyn) selando assim o acordo com o povo e volta em uma procisso triunfante ao palcio de If.

Sabendo disso, Oblfan Alymore abandona o palcio e se exila na cidade de lr. rnmyn ascende ao trono e se torna o 4 ni de If at sua morte. Oblfan Alymore, retorna do exlio e reassume como o 5 ni de If e reina deste vez, com sucesso at a sua morte.

 

Na festa anual de Olj, em Il-If, so celebradas homenagens e sacrifcios Odduw, gn e rnmyn, alguns participantes pintam seus corpos do lado direito de branco, a cor da pele do albino Odduw e do lado esquerdo de preto, a cor da pele negra de gn, desta forma representam rnmyn, assim como conta o mito sobre seus dois pais p rnmyn : o grande monlito de granito com ferro incrustado na forma de botes, com 5,27 metros de altura, artefato considerado uma relquia de rnmyn, para alguns ele "entrou na terra" neste lugar e foi para o Orn, de onde nunca mais voltou, ou ainda, transformou seu p fincando-o no cho e surgindo ento, o monlito para ser lembrado e reverenciado. -

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ajak

 

O Alfin de Oy, o Oba Ajak, meio irmo de Sng, era muito pacifico, aptico e no realizava um bom governo.

Sng, que cresceu nas terras dos Tapas ( Nupe), local de origem de Toros, sua me, e mais tarde se instalou na cidade de Kso, mesmo rejeitado pelo povo por ser violento e incontrolvel, mas sendo tirnico, se aclamou como Oba Kso. Mais tarde, com seus seguidores, se estabeleceu em Oy, num bairro que recebeu o mesmo nome da cidade que viveu, Kso e com isso manteve seu titulo de Oba Kso. Sng percebendo a fraqueza de seu irmo e sendo astuto e vido por poder, destrona Ajak e torna-se o terceiro Alfin de Oy.

Ajak, tambm chamado de Dad, exilado, sai de Oy para reinar numa cidade menor, Igboho ,vizinha de Oy, e no poderia mais usar a coroa real de Oy. E, com vergonha por ter sido deposto, jura que neste seu reinado vai usar uma outra coroa (ade), que lhe cubra seus olhos envergonhados e que somente ir tira-la quando ele puder usar novamente o ade que lhe foi roubado. Esta coroa que Dad Ajak passa a usar, rodeada por vrios fios ornados de bzios no lugar das contas preciosas do Ade Real de Oy, e esta chama-se Ade Baynni (ver fotos). Dad Ajak ento casa-se e tem um filho que chama-se Aganju, que vem a ser sobrinho de Sng.

Sng reina durante sete anos sobre Oy e com intenso remorso das inmeras atrocidades cometidas e com o povo revoltado, ele abandona o trono de Oy e se refugia na terra natal de sua me em Tapa. Aps um tempo, suicida-se, enforcando-se numa rvore chamada de yn (yn) na cidade de Kso. Com o fato consumado, Dad Ajak volta Oy e reassume o trono, retira ento o Ade Baynni e passa a usar o Ade Alfin, tornando-se ento o quarto Alfin de Oy. Aps sua morte, assume o trono seu filho Aganju, neto de rnmyn e sobrinho de Sng, tornando-se o quinto Alfin de Oy.

Com Aganju, termina o primeiro perodo da formao dos povos yoruba e aps seu reinado se d inicio ao segundo perodo, o dos reis histricos. Vimos : "De If at Oy, de Odduw a Aganju, passando por Sng."

 

Outro tipo de Ad Baynni  Yoruba, Nigria.

 Ad Baynni : Yoruba, Nigria.

Ad de Baiani ou Ad de Banni, no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Sng

 

O que notamos nesse primeiro perodo yorubano, que na realidade, o que se fala de Sng, e a sua histria nos Candombls do Brasil, e de outros acima descritos, incorreto, levando os fiis a crer em fatos irreais.

Inicialmente, averiguamos que Odduw um rs funfun masculino e nico, o pai do povo yorubano e no uma simples "qualidade" de rsnl ou seja, so divindades totalmente distintas, inclusive, no se suportavam, pelos fatos vistos; e que tambm y Olkun, um rs feminino e a Dona do Mar, portanto da gua salgada, quem governa os oceanos e no o rs Yemoj, "Senhora do rio Yemoj e do rio gn", divindade de gua doce, e muito menos me de gn e de outros filhos rs ela atribudos. Notar a acentuao diferente no nome do rs gn e do rio, pois so palavras distintas.

Quanto a Sng, demonstramos que foi um mortal em sua vida no iy, portanto quando morreu, tornou-se um egn, pois seus pais eram mortais. O que ocorreu em sua vida, foi que uma de suas esposas, e a nica que o acompanhou em sua fuga de Oy, era a divindade Oya, loucamente apaixonada por ele, e no instante de sua morte ela o pega com o seu poder de rs e o conduz diretamente a Oldmar, e por insistncia de Oya, Ele o "ressuscita" como uma divindade, j que em vida, Oya, perdida de amores, ensina-lhe vrios segredos dos rs, principalmente o segredo do fogo que pertencia somente a Oya, que ela lhe ensina e lhe d este poder e outros, por paixo.

Esta afirmao facilmente notada, pois Sng a nica divindade do panteo que assentada de forma material completamente diferente, isto , em madeira, numa gamela sobre um pilo, sua roupa ritual composta de vrias tiras de panos, coloridas e soltas, caindo sobre as pernas, que lembra perfeitamente o tipo de roupa usada pelos Bb Egngn (ancestrais) e seu animal preferido para sacrifcio tambm o mesmo dos egn, dos mortos comum, o carneiro; existe tambm outras mincias, que aqui no cabe mencionar.

Nos Candombls, citam Ajak e Aganju como sendo "qualidades" de Sng, que agora sabemos isto no possvel, pois, Ajak seu meio irmo e Aganju filho de Dad Ajak, portanto seu sobrinho, notoriamente pessoas mortais e completamente distintas, que fazem parte da famlia de Sng, mas no tiveram a honra de tornarem-se rs, mas so ancestrais ilustres. Tambm no Brasil, faz-se uma cerimnia chamada de "Coroa de Dad" ou "Ad Baiani". que a coroa levada ritualmente em uma charola durante as festas do ciclo de Sng chamada de Banni ou lyamasse, que representa a me de Sng. Ora, sabemos que quem usou este ade foi, Ajak, apelidado de Dad, de quem Sng lhe roubou o trono, e que a me de Sng foi Toros, filha de Elmpe, rei dos Tapa, e que ela no tem nenhuma importncia teolgica, somente histrica, por ter sido me de um Alfin.

No estamos desmerecendo e nem tampouco desprestigiando o rs Sng, somente tentamos elucidar fatos notoriamente conhecidos na terra dos Yorubas, sob os aspectos histrico, atravs da tradio oral, e divino que se convergem e se conservam na grandiosidade de Sng.

NOTA* : Os mitos e/ou fatos relatados, so baseados em dados religiosos, por vezes dogmticos, que pertencem ao corpo da tradio oral yorubana. Sob o ponto de vista cientifico, so considerados parcialmente histricos, pois no so dados comprovados por documentos e nem tampouco pela arqueologia, que pouco investiu, os "pouqussimos" artefatos que foram achados e datados pelo carbono 14, so de datas recentes, perto da longnqua Histria da Civilizao Yoruba. No contraponto, em nenhum momento afirmamos que no exista a Histria dos Yorubas, isto sim, seria um absurdo afirmar. A tradio oral pode ser contraditria e a cronologia praticamente inexistente, pela forma cultural dos yorubas mensurarem o tempo, mas jamais poder ser negligenciada e nem tampouco rejeitada.

 

 

Verificar na integra a fonte de consulta:

 

Aulo Barretti Filho. - Babalrs Pesquisador e professor da religio tradicional Yorb e da afrodescendente.

Babalrs de ss, do candombl Il se Ode Kitlesi, em So Paulo e Asoj Oba Alktu, em Ktu.

http://aulobarretti.sites.uol.com.br/Artigos/Textos_Indice.htm
Dos Yorb ao Candombl Ktu

http://funaculty.blogspot.com